A APRESENTAÇÃO DESTE POJETO PREVÊ A MONTAGEM DE UM ESPETÁCULO DE DANÇA NUMA EXPLOSÃO DE SENSAÇÃO.
A OBRA ESCOLHIDA - CARMEN - CONTA A HISTÓRIA DE UMA MULHER DE VERDADE, ALUCINADA E ATORMENTADA PELA PAIXÃO E PELA LOUCURA. UMA CIGANA DESPROVIDA DE QUALQUER MORAL, SEM A MENOR SOMBRA DE REMORSO OU PIEDADE, ENFEITIÇAVA E LEVAVA OS HOMENS À PERDIÇÃO.
EM VEZ DE UM FINAL FELIZ, UM ASSASSINATO EM CENA - CARMEN É MORTA PELO AMANTE A PUNHALADAS.
A COREOGRAFIA A SER EXECUTADA MISTURA ESTILOS A PARTIR DA TÉCNICA CLÁSSICA E CONTEMPORÂNEA. UM ESPETÁCULO BEM PRÓXIMO DA REALIDADE BRASILEIRA ONDE AS POSSIBILIDADES DE IDENTIFICAÇÃO FICAM EVIDENTES, JÁ QUE O TEMA FOI UNIVERSAL. A FOGOSIDADE DE CARMEN TEM TUDO A VER COM A MULHER BRASILEIRA E A MÚSICA ESTÁ AO ALCANCE DE TODA COMPREENSÃO.

Páginas

segunda-feira, 1 de março de 2010


Georges Bizet nasceu em 25 de Outubro de 1838, em Paris. Foi registado com o nome Alexandre César Léopold Bizet, mas foi batizado em 16 de Março de 1840 com o primeiro nome Georges, conhecido posteriormente como Georges Bizet. O pai, Adolphe-Amand Bizet, era um professor de canto, e sua mãe, Aimée-Marie-Louise-Léopoldine-Joséphine, era pianista e irmã do famoso professor François Delsarte. Entrou para o Conservatório de Música de Paris em 1848, aos nove anos de idade, onde estudou com Zimmerman, Marmontel e Halévy. Em 1875, Bizet escreve Carmen, sua última e mais famosa ópera, sendo até hoje uma das mais representadas em todo o mundo. Escrita com base na novela homônima de Prosper Mérimée, a composição de Carmen teve a influência de Giuseppe Verdi, usando uma mezzo-soprano como personagem principal, a cigana Carmen. Não teve êxito imediatamente, apesar do mérito reconhecido por compositores como Camille Saint-Saëns, Pyotr Ilyich Tchaikovsky e Claude Debussy. Brahms presente em mais de vinte representações, considerou-a a maior ópera produzida na Europa desde a Guerra Franco-Prussiana. Bizet não viveu para ver o seu sucesso. Morreu de um ataque cardíaco aos 36 anos de idade.

Nenhum comentário:

Postar um comentário